Desafio do LABIRINTO AQUÁTICO: Qual enche primeiro?

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É certo dizer que quase todo mundo já foi, alguma vez na vida, em um labirinto. Essa brincadeira é constituída, basicamente, por um conjunto de percursos intrincados criados com a intenção de desorientar quem os percorre. No entanto, você já ouviu falar em labirinto aquático? Se a resposta for não, a gente te mostra tudo agora e, caso a resposta seja sim, a gente te explica como fazer um em casa.

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Labirinto: qual enche primeiro?

Você já viu em algum lugar um labirinto aquático? Isso pode soar estranho, mas, na verdade, é mais comum do que você imagina. Nas redes sociais, é fácil você se deparar com vídeos de vários potinhos que ficam interligados por caninhos e um líquido é derramado sobre eles.

Isso faz com que muita gente fique quebrando a cabeça para tentar adivinhar qual potinho vai encher primeiro. Como esse teste acaba entrando na graça do povo, nada melhor do que aprender para fazer um em casa, não é mesmo?

Como desafio lançado, é desafio cumprido, a gente fez um desse aqui no Manual! Para isso, foi preciso utilizar poucos materiais. E o melhor é que são coisas que temos em casa ou fáceis de encontrar.

Como fazer um labirinto aquático

O recipiente que utilizamos para fazer o nosso labirinto foram garrafinhas pets transparentes: uma de iogurte e a outra de pimenta. No entanto, quem não tem em casa, é fácil encontrar esses recipientes para comprar pela internet.

Para furar essas garrafas nós usamos um ferro de solda, mas é possível fazer isso com um prego ou até mesmo uma chave phillips – basta esquentar um dos dois no fogão, por exemplo, e fazer a marcação no local.

Depois que o furo foi feito, basta encaixar a mangueira. Ela tem que ficar bem presa. Isso porque, se ela ficar bamba, corre o risco do líquido que vai ser derramado ali vazar e toda a brincadeira ir por água abaixo.

Brincadeiras à parte, é hora de montar o nosso labirinto aquático. Nesse caso, tendo a garrafinha furada e a mangueira encaixada, basta colocar um ímã dentro da garrafa (sim, você não entendeu errado). Isso vai ser útil porque a garrafa é muito leve e quando ela fica presa ao caninho de borracha, ela acaba caindo.

Com isso, ao colocar um imã no fundo da garrafa e colocar essa garrafa em cima de uma superfície de ferro, tudo vai ficar em pé como manda o figurino!
Após tudo finalizado, é hora de colocar a água no labirinto aquático, não é mesmo? E, claro, fazer os palpites para descobrir qual vai encher primeiro!

Princípios do labirinto aquático

E se você está se perguntando: afinal, o que leva várias garrafas de tamanhos, espessuras e formatos diferentes encherem primeiro ou por último, é claro que a gente explica.

A primeira explicação para essa pergunta é: vasos comunicantes. Os vasos são os potes (no nosso caso garrafas) e o comunicante é a mangueira que faz a comunicação entre esses dois recipientes que leva a água de um lado para o outro.

Nesse caso, sempre quando a água for adicionada, o nível dela vai ser igual nos dois lados. Isso porque, em algum momento, elas vão se igualar. Se a garrafinha foi levantada, por exemplo, de um lado a água vai aumentar e do outro vai diminuir para que elas fiquem “na mesma altura”.

Outro ponto que deve ser levado em consideração é a vazão. Se a mangueira vai ser muito grossa ou muito fina. Se ela tiver uma largura maior, a água vai passar mais rápido, mas se ela tiver a largura mais estreita, a água vai ter mais dificuldade para passar por ela.

Além disso, outra coisa que interfere muito nesse experimento é se a garrafa vai estar aberta ou fechada. Isso porque, a garrafa que está fechada nunca vai encher pois ela tem um reservatório de ar dentro dela que faz com que, mesmo que a água entre dentro dela, o ar não vai deixar ela passar desse limite.

Ainda tem o efeito sifão que interfere também nesse labirinto aquático. O sifão é uma garrafa com uma saída em formato de “U” invertido. Toda água recebida vai sendo armazenada dentro da garrafa, até que o seu nível ultrapasse a altura do “U”. Neste momento, o líquido todo é descarregado para fora do sifão.

Eita, depois de tudo isso deu para perceber que não é tão simples assim descobrir qual garrafinha vai encher primeiro no labirinto aquático, né? Mas, o que vale mesmo é a brincadeira e o teste, claro. Então, bora fazer um em casa!

Lançamento do Manual do Mundo

E já que o assunto de hoje foi usar a cabeça para pensar, nada melhor do que ficar por dentro do mais novo lançamento do Manual do Mundo: dois quebra-cabeças para as crianças aproveitarem com a família toda – um sobre o Planeta Terra e um outro de Dinossauros – Lente Mágica.

O quebra-cabeça “Dinossauros – Lente Mágica” conta com 100 peças e é a pedida certa para aprender sobre variedades de dinossauros, descobrir o período em que eles viveram, o peso, a altura e muitas outras curiosidades. O brinquedo é indicado para crianças maiores de seis anos e conta com uma lente mágica para encontrar 7 fósseis de dinossauros perdidos.

Já o “Planeta Terra” é ideal para aqueles que adoram explorar. Com 214 peças, o quebra-cabeça vem recheado de informações sobre o nosso planeta, características em geral e muita curiosidade para divertir toda a família. A recomendação indicativa é para crianças maiores de sete anos.

Mais que uma brincadeira, os quebra-cabeças ajudam a desenvolver o raciocínio, habilidades e promovem a interação entre família e amigos de forma divertida. A curiosidade é a essência do conhecimento. Junte as peças e descubra um novo mundo onde estiver.

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