PINTE um botão que ACENDE a LUZ: tinta condutiva

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Já pensou em ter um desenho na parede que quando você encosta nele, ele liga e desliga o que você quiser, sem precisar de botões, fios ou controle? Isso pode até parecer um pouco complexo em um primeiro momento, mas, na verdade, a tecnologia usada nesse experimento é a de uma tinta condutiva.

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Como assim uma tinta que conduz energia? Calma lá que a gente já te explica.

Tinta condutiva

Para o experimento de condução de energia por meio de uma tinta será preciso poucos materiais: seladora de madeira – que deve ser a base de tíner -, tíner e grafite – que pode ser aquele que é usado para lubrificar fechaduras, correia de bicicleta, etc.

Para chegarmos à fórmula perfeita, a medida vai ser a de uma parte da seladora, uma parte do tíner e duas partes do grafite. Fácil, né? Depois é só misturar tudo até que o líquido fique uniforme e adquira uma consistência metalizada.

É importante acrescentar que nesse experimento, o que vai conduzir a energia é o grafite, que basicamente é um carbono. Caso a consistência do líquido fique muito grossa na hora de fazer essa mistura, basta acrescentar um pouco de tíner para deixar mais líquida.

Características da tinta condutiva

Apesar da tinta condutiva ser muito eficaz, ela não é um condutor de energia tão bom quanto um fio de cobre. Isso faz com que ela consuma um pouco de eletricidade e seja um resistor.

Nesse caso, quanto maior for o traço da tinta, maior vai ser a resistência. Mas na prática, o que isso implica?

De forma direta, essa característica interfere em duas coisas: primeiramente, não é possível ter uma linha muito comprida porque, devido a resistência, o LED não vai acender; e não é viável ligar uma coisa muito potente.

Lançamento do Manual do Mundo

Quem disse que você não pode ter, em um mesmo espaço, uma casa e um foguete? É isso mesmo e nós podemos provar. Lançamos hoje mais uma novidade: a nossa coleção de brinquedos de papelão. Os dois primeiros protótipos incluem uma casa e um foguete, que são um máximo, né?

Esses brinquedos são ideais para quem gosta de se divertir e busca praticidade, já que, além de resistentes – por serem feitos em um material grosso – também já vem cortados, sendo necessário apenas encaixar as peças e dispensando o uso de cola quente, parafuso e por aí vai.

Por serem de fácil manuseio, tanto a casa quanto o foguete podem ser montados e desmontados onde e quando quiserem. Assim a diversão é garantida em todo lugar.

A decoração também não larga atrás. Os dois contam com uma cartela de adesivo para enfeitar a sua escolha. Além disso, você encontra mais opções de adesivos para deixar tudo ainda mais com a sua cara.

E sabe o que é ainda mais empolgante? Como os dois são feitos completamente de papelão, é possível pintar, cortar e, claro, usar tinta condutiva. Quer ver?

Bom, antes de começar este experimento, a dica é acessar o Tinkercad. Ele vai ser fundamental para entendermos melhor todo esse processo.

Os testes

A tinta condutiva vai funcionar, basicamente, como uma antena. O arduino vai mandar a energia por um fio, ela passa por esse resistor e aí, por fim, a energia volta. Dessa forma, ele percebe que está voltando uma quantidade de energia.

Mas essa condução de energia só vai ser possível porque perto desse resistor tem um fio e é por meio dele que isso acontece. Para isso, é preciso tirar esse fio e levar até a tinta condutiva. Ao colocar a mão nessa tinta você “rouba” parte da energia que está chegando no arduino.

Assim, esse circuito é interrompido, já que ao colocar a mão nesse “interruptor”, ele entende que está chegando menos energia do que se deveria. Ou seja, alguém colocou a mão nesse condutor e quer apagar ou acender a luz.

Agora que entendemos toda a ciência por trás desse interruptor de tinta, nada melhor do que colocar na prática e testar em casa, não é mesmo? Então confira no vídeo!

Ah! E não se esqueça de compartilhar esse vídeo com aquele amigo que adora uma novidade.

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