RELÓGIO FLUTUANTE na IMPRESSORA 3D: Aprenda a fazer!

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E aí, já pensou que máximo não seria ter um relógio flutuante? Sim, você não entendeu errado! Estamos falando de uma tecnologia que pode ser alcançada por meio da impressão 3D. Nós fizemos esse teste e você pode conferir tudo agora. Vamos lá?

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Relógio Flutuante

Para fazermos o nosso relógio flutuante foi preciso de nove peças em 3D – cinco engrenagens, o corpo do relógio, uma capa para poder proteger essa estrutura, um espaçador e os ponteiros.

Mas sabe por que conseguimos otimizar tanto essas peças? Graças ao nosso arduino nano! Sim, é isso mesmo. Existe um arduíno bem pequeno que é mais barato do que os demais e é muito utilizado em projetos finais, onde você pode deixá-lo sem gastar muito e, claro, sem ocupar muito espaço.

Além dessas peças para fazer o nosso relógio flutuante funcionar, foi preciso de um motor de passo, que é um tipo de motor elétrico usado quando algo tem que ser posicionado muito precisamente ou rodado de um ângulo exato, e uma placa, que faz a ligação entre esse motor e o arduino.

► Projeto 3D: https://www.thingiverse.com/thing:4761858

► Código traduzido: https://www.tinkercad.com/things/62G02wcFmoy

► Impressora 3d usada: Creality Ender 3

► Material: Arduino Nano, Motor de passo, Drive motor de passo e Cabo USB mini

Instalações técnicas 

O primeiro passo para colocar o nosso relógio para funcionar é inserir um código dentro do arduino. Basicamente, esse código são instruções informando a velocidade que o motor deve rodar, a cada quanto tempo ele vai girar e por aí vai. Nada de deixar muito devagar, em? Se não, você, literalmente, não vai ver a hora passar.

Para conseguir esse código e todas essas informações extremamente importantes para o desenvolvimento do relógio, basta acessar a Alura e captar todas as instruções.

Depois de concluir essa etapa, é preciso carregar o código no arduino. Quando isso estiver finalizado, ele vai piscar – ou seja, você está no caminho certo.

Logo em seguida começa a parte da ligação elétrica – que não é tão complexa quanto aparenta ser, quer ver? Só vai ser necessário usar dois fios, porque é possível colocar o arduino direto na placa que controla o motor.

Após finalizar todos os encaixes e soldar tudo o que é necessário, é hora de descobrir se o motor está funcionando. Nessa etapa é importante ficar atento aos detalhes. Isso porque, o motor gira extremamente devagar. Para facilitar esse teste, uma solução é conectar o USB no arduíno e observar se as quatro luzes que ficam ali no motor vão ascender. Se certificando disso é só pular para a próxima etapa.

Montando o relógio flutuante

E é aí que as coisas começam a ficar ainda mais divertidas, não é mesmo? Nessa fase é preciso fazer alguns ajustes como furos, acabamentos, pintura e tomar certos cuidados para não prejudicar a estrutura e as engrenagens.

Antes de encaixar todas as peças, é preciso lubrificá-las para que o material não fique “agarrando” ou “travando”.

A partir daí é aquela hora que conhecemos onde a gente precisa encaixar pecinha por pecinha e parafusar todos os itens para que eles fiquem firmes e no lugar certo.

3, 2, 1 e valendo!

Depois de fazer todos os ajustes e encaixar as peças necessárias, basta colocar o relógio para funcionar!

Mas, calma! Muita calma nessa hora. Antes de fazer isso, é importante escolher um horário cheio. Agora, você deve estar se perguntando, por que eu preciso fazer isso? E a gente já te responde:

O horário tem que ser cheio porque se você colocar, por exemplo, em uma hora quebrada, você não vai saber exatamente e com extrema precisão onde fica o ponteiro que indica a hora neste momento. Assim, todo o seu trabalho vai ter sido perdido e você vai precisar fazer do início para acertar a hora. Logo, a dica é: pega um horário cheio e vai.

Agora que você entendeu toda a ciência por trás do relógio flutuante, nada melhor do que compartilhar esse vídeo com aquele amigo que vive andando atrasado, não é mesmo?

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