GIRAMOS um DISCO até EXPLODIR!!!

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Muito antes de as músicas estarem disponíveis em serviços de streaming, YouTube ou em nossos celulares, era o disco que trazia essa alegria para a nossa casa.

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Você já viu de perto esse objeto?

Vamos viajar no tempo e conhecer mais sobre esse item que já virou de colecionador!

Hoje em dia, o meio mais comum para ouvir e curtir as nossas músicas é chamado de streaming. Essa tecnologia teve início ainda nos anos 90, e, atualmente, foi aperfeiçoada e tornou-se acessível para um número maior de pessoas.

Antes disso, no início dos anos 2000, o download de músicas era a sensação, você baixava as músicas de sua preferência e podia ouvir durante o dia todo em seu aparelho mp3.

Voltando ainda mais no tempo, vamos passar pelos CDs, pela fita cassete e só então chegaremos ao disco.

Essa mídia revolucionou o mundo da música, afinal, todos queriam ter aquele disco preto que, com o auxílio de uma agulha, reproduzia as faixas favoritas.

Como funcionava a tecnologia do disco? Já parou para pensar sobre isso?

Nele, é possível ver alguns sulcos que conduzem a agulha do toca discos da borda até o seu centro no sentido horário. São esses sulcos que fazem com que a agulha vibre, e essa vibração transforma-se em sinal elétrico, e é amplificado até que a música chegue aos nossos ouvidos.

Essa espécie de gravação analógica marcou época!

Qual o limite das rotações do disco?

Deixando a história de lado e partindo para a ciência, para que o disco que usamos funcione, ele deve rodar a uma média de 78 RPM (Rotações Por Minuto). Mas o que aconteceria se acelerássemos um pouco mais… para 10 ou 11 MIL ROTAÇÕES POR MINUTO, por exemplo?

É isso que faremos nesta experiência! Cada disco tem um limite de RPM, e nós vamos ultrapassá-lo!

Ao invés de usar uma vitrola, utilizamos uma esmerilhadeira, que é uma das ferramentas mais rápidas e perigosas que temos no Manual do Mundo.

Girando com a esmerilhadeira, o disco de vinil atinge de 10 a 11 mil rotações por minuto e isso faz com que ele exploda!

Criamos uma “super vitrola turbinada” com madeira, isopor e a nossa esmerilhadeira. E quando o disco de vinil começar a rodar, poderemos notar algumas coisas bem bacanas que acontecem graças ao movimento de rotação.

Tudo o que roda muito rápido tende a sair voando pela tangente.

Mas o que mantém coisas que giram no seu devido lugar? São forças! A Lua não “escapa” da Terra por conta da gravidade. E o carro não escapa da pista durante a curva devido ao atrito causado entre pneu e o asfalto.

Mas e a rotação do disco? O que o impede de escapar é o seu próprio corpo!

Uma outra coisa interessante e notável é como a borda gira muito mais rápido que o centro do disco de vinil. E não deixamos nada disso passar despercebido.

Confira essa experiência e não deixe de registrar o seu comentário.

E se você é amante do disco de vinil e das antigas vitrolas clique aqui e veja a que nós construímos!

Aproveite e clique aqui para conferir outro vídeo falando sobre rotação e ilusões de ótica.

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Jornalista multimídia e produtora de conteúdo. Curiosa, gosto de ler de tudo um pouco - de livros gigantes até placas de trânsito. Sou fã dos quadrinhos da Mafalda, e todos meus animais de estimação têm nome de comida. Adoro contar uns contos, mas amarro bem os pontos.