Projeto estudou a ação de fungos e bolores em alimentos domésticos

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No cotidiano, é comum se deparar com fungos e bolores. Levando isso em consideração, um grupo de estudantes resolveu desenvolver um projeto a partir de uma aula interdisciplinar entre física, química e biologia, sobre a ação de fungos e bolores em alimentos domésticos.

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Fungos e bolores em alimentos domésticos

Intitulado “Extração, Caracterização e Aplicação de Cristais de Piperina como Agentes Antifúngicos de Bolores Domésticos”, o estudo sobre fungos e bolores em alimentos domésticos foi um dos grandes projetos que integraram a lista de participantes da FEBRACE em 2020.

Quer conferir mais sobre o projeto? Leia o artigo produzido pelo grupo a seguir:

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Grupo desenvolveu um estudo sobre fungos e bolores em alimentos domésticos | Divulgação

“Agentes Antifúngicos de Bolores Domésticos”

*Por Giovana Pereira Lobato Brito e Lucas Pitombo Santos Moreno
*Coordenado por Guilherme Motta de Moraes e José de Arimateia Rodrigues do Rêgo

De onde surgiu a ideia do projeto?
A proposta do projeto surgiu em uma aula interdisciplinar entre física, química e biologia, sobre ação de fungos e bolores em alimentos domésticos.

Quais foram os maiores desafios?
Acredito que nesse primeiro momento o maior desafio tenha sido a pandemia e em segundo a dificuldade em poder ter acesso à instituição de pesquisa para realizarmos os experimentos.

Quais foram as maiores descobertas?
O fascínio em trabalhar no laboratório e construir uma pesquisa sobre desde o início até chegar ao produto final.

Como foi participar da FEBRACE?
Lucas Moreno, “A FEBRACE deste ano de 2020, foi a minha primeira grande feira de ciências e acredito que foi uma experiência nova muito importante para mim. Apesar do meu inicial nervosismo junto ao da minha dupla na nossa primeira apresentação, nós conseguimos fazer com que ele não nos controlasse e, indo para o segundo dia de amostra, estávamos bem melhor preparados em relação à apresentação do projeto e também em relação à nossa mentalidade e psicológico. Para mim, participar da FEBRACE foi uma oportunidade única e eu estava muito feliz por estar podendo apresentar o projeto da minha equipe para pessoas que queriam saber mais e que queriam aprender. Após nossa primeira apresentação, eu e minha dupla nos comunicamos e analisamos os aspectos que poderíamos melhorar e conseguimos junto aos professores coordenadores, aprimorar significativamente a apresentação de nosso projeto, o qual resultou em uma Menção Honrosa de Destaque do Estado do Pará para nosso colégio, o Colégio Militar de Belém. Dessa forma, ter participado da FEBRACE foi de suma relevância para mim por conta de termos realizado um projeto científico, que era uma novidade para mim até o momento, e por termos melhorado significativamente nossa capacidade de apresentação em tão pouco tempo, nos mostrando que somos mais capazes de conquistar objetivos, metas e sonhos do que nós podemos imaginar”.

Trabalho foi desenvolvido por estudantes | Divulgação

Giovana Brito, “Participar da FEBRACE foi uma experiência engrandecedora, por meio da qual pudemos praticar a apresentação de trabalhos para uma banca, a realização de experimentos e seu meticuloso acompanhamento, entre outros, o que será de grande importância para nossa futura vida acadêmica”.

Quais dicas daria para quem quer participar de uma feira de ciências?
Lucas Moreno, “Minha dica seria de se divertir por estar naquele momento, podendo apresentar seu trabalho científico às pessoas. Além disso, outra dica que gostaria de dizer é de aceitar o nervosismo, se o tiver durante a apresentação. Acredito que se eu me dissesse que não é bom ter nervosismo nesses momentos, isso não faz nada, mas ajuda este medo e nervosismo a crescer nessas situações. Com isso, tente se divertir, pois é uma oportunidade única e tente apreciar esses momentos de nervosismo, já que são formas de nos tornarmos pessoas melhores, mais preparadas para a vida e, além disso, pessoas que são capazes de realizar os mais diversos trabalhos”.

Giovana Brito, “Eu recomendaria, acima de tudo, não ter medo de pedir ajuda. Durante o desenvolvimento do nosso projeto, sempre que tínhamos alguma dúvida perguntávamos para nossos orientadores, que também sempre foram muito pacientes e prestativos, o que foi sem dúvida essencial para o sucesso do nosso projeto. Portanto, cooperação é essencial”.

*A divulgação desse artigo na íntegra é uma parceria entre o Manual do Mundo e a FEBRACE (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia). Nós convidamos os ganhadores da feira para escrever artigos sobre os projetos que eles desenvolveram. Você pode conferir outros textos como esse aqui.*

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