Empresa ajuda pesquisadores a decifrar herança genética dos EUA

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Assim como o Brasil, os Estados Unidos foram formados por séculos e séculos de misturebas genéticas muito difíceis de serem identificadas com precisão. Da mesma forma, ambos são países onde as próprias pessoas acreditam piamente que possuem uma ou duas raízes muito bem definidas e é isso aí. E os geneticistas sempre refutaram a ideia, ainda que sem ter muito como contra argumentar.

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Porém uma nova pesquisa surgiu. E ela pode surpreender até mesmo os curiosos mais convictos. Com a ajuda do banco de dados empresa 23andMe, especializada em genômica pessoal, cientistas começaram a descobrir as peculiaridades que compõem a genética estadunidense.

O resultado é que onde antes costumava-se dividir as raízes das pessoas entre europeus (diversos países), africanos, ameríndios e latinos; agora existem subdivisões. O próprio genoma do afroamericano, por exemplo, contém genética latina e européia. Os latinos possuem genética diferente, dependendo da região dos EUA onde nasceram. Nem todos estão enraizados no México.

O banco de dados do 23andMe proporcionou um nível sem precedentes de detalhamento do mapa de genética. Parte dos euroamericanos carrega DNA africano. Parte dos nativoamericanos carrega DNA europeu. Então fica a dica pra quem comete o ledo engano de achar que é filho de portugueses ou italianos e pronto: tem África e Ásia no sangue de praticamente todo mundo que nasceu depois das Grandes Navegações 😛

Fonte: Science Magazine

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