Canal USP: veja “aulas” da universidade de onde estiver

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Um canal no Youtube criado por uma das melhores universidades do mundo? É isso mesmo! O “Canal USP” conta com lives, entrevistas, conteúdos culturais e acadêmicos produzidos principalmente pela equipe da Superintendência de Comunicação Social (SCS). São verdadeiras aulas de temas variados que todos podem ter acesso de onde estiverem!

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Atualmente, o canal já possui mais de 300 mil inscritos e o selo SVBR, pertencente ao projeto Science Vlogs Brasil, que valoriza e divulga conteúdos científicos confiáveis na plataforma. Você encontrará, por exemplo, vídeos que abordam a Guerra Fria, produção de bioplástico a partir de CO2 e o desenvolvimento de uma tecnologia de energia eólica inédita no Brasil.

“O canal tem como missão mostrar à sociedade o que é a USP. Para isso publica conteúdo relacionado às pesquisas da Universidade, às atividades de extensão, traz discussões de temas de atualidade com pesquisadores, produção cultural, e uma série de outros conteúdos”, explica a jornalista e diretora de redação Marcia Blasques.

Por dentro do “Canal USP”

De acordo com Marcia, o canal foi criado em 2007, inicialmente com o nome de USP Online. Durante anos de história, muita coisa mudou por trás da produção. “Desde o início da pandemia, começamos a produzir lives com pesquisadores, além de reproduzir vídeos de divulgação científica de outras unidades da Universidade. A SCS conta com uma equipe de aproximadamente 70 pessoas, entre jornalistas, técnicos de audiovisual, operadores de rádio, diagramadores, etc., que podem, em um momento ou outro, contribuir com o canal. Temos também um funcionário dedicado à curadoria e atualizações“, completa. 

Além do “Canal USP”, a equipe também cuida da Rádio USP e do Jornal USP. Porém, durante muitos anos, foi responsável pela TV USP, que ia ao ar no Canal Universitário, na cidade de São Paulo. “O que aconteceu foi que aos poucos adaptamos a linguagem televisiva para uma linguagem mais voltada para a internet e depois para as redes sociais, com produções mais enxutas. A grande vantagem desse processo foi poder alcançar um público muito maior e sem a barreira geográfica que tínhamos no caso da TV”, ressalta Marcia.

Luiza Caires, editora de Ciência do Jornal da USP, admite que o momento não é dos melhores para o nicho em termos de recursos financeiros, e assim acaba não sendo tão bom para a divulgação científica também. Mesmo assim, muitas pessoas estão ingressando na área. “Nossa esperança é que a fase ruim não vá durar para sempre e que estes talentos que estão chegando tenham espaço. Parece haver maior reconhecimento da sociedade da importância da ciência na vida de todos. Então, que instituições, governos e empresas possam refletir essa percepção investindo na área. E as plataformas tecnológicas e de mídia, por sua vez, dando espaço e estímulo”.

Que tal conhecer todos os conteúdos do “Canal USP”? Você pode conferir e aprender muito clicando aqui.

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Jornalista e produtora de conteúdo. Desde criança, amo escrever e refletir sobre diversos assuntos. Faço questão de estar imersa nas redes sociais (minha favorita é o Instagram), e séries e filmes têm sempre um espacinho reservado no meu tempo livre. Como uma boa fã de Friends, acredito que um pouco de descontração é fundamental para levar a vida da melhor forma possível.